Minhas 5 regras para 2026: Como decidi vencer a autossabotagem

Eu adoro a energia de começo de ano, mas aprendi que metas não sobrevivem sem diretrizes claras. Conheça as 5 regras que criei para mim mesma em 2026: lembretes estratégicos para vencer o perfeccionismo, proteger minha energia e focar no que realmente importa.
Minhas 5 regras para 2026: Como decidi vencer a autossabotagem

Eu adoro a energia de começo de ano.

Essa “vibe” de renovação traz uma motivação extra para tirar planos da gaveta e eu criei várias metas para 2026. Mas entendi que, para as metas sobreviverem ao resto do ano, eu precisava ter uma conversinha com a minha autossabotagem.

Inspirada por um conceito de prioridades da Thais Godinho, decidi criar as minhas próprias 5 Regras.

Para alguns, a palavra “regra” soa forte ou rígida, mas para mim ela não é assim. Essas regras que eu criei para mim mesma são apenas lembretes estratégicos para os pontos onde costumo falhar:

  • a espera pelo momento perfeito,
  • a falta de sistema,
  • a negligência com a minha energia,
  • a preocupação excessiva com a opinião alheia
  • e a ansiedade de tentar fazer tudo de uma vez.

1. Não espere o momento perfeito para agir

Essa regra é o meu maior antídoto contra o perfeccionismo paralisante. Por muito tempo, eu me peguei inventando desculpas sofisticadas para não começar. Se eu esperasse meus posts estarem perfeitos para publicar, este blog estaria vazio. Eu sempre acabava apagando tudo o que escrevia porque achava que não estava bom o bastante. Agora, minha regra é clara: o feito é melhor que o perfeito não realizado.

2. Sem sistema, sem hábito

Tentar mudar as coisas apenas “na força do braço” não funciona. A força de vontade é um recurso limitado. Sem um sistema, você é obrigado a tomar decisões o tempo todo: “Será que faço agora? Faço depois?”. Toda essa negociação mental gera um desgaste enorme. O sistema é o que me protege de mim mesma nos dias em que eu não estou com vontade.

3. Proteja sua energia (física e mental) antes de produzir

Por muito tempo, vivi em um ciclo de culpa: dormia tarde para compensar o tempo perdido, acordava exausta e, claro, não rendia. Demorei para entender que não dá para ser produtiva com o tanque vazio. Tentar gerir o tempo sem gerir a energia é um erro fatal. Nossa energia é um bem precioso e finito; precisamos aprender a pausar antes de chegar ao limite.


Pausar não é perder tempo, é garantir que o próximo passo seja dado com firmeza.

4. Busque a aprovação de Jesus, não das pessoas

Como perfeccionista, sempre tive uma preocupação excessiva com a opinião alheia. Mas isso escraviza. Hoje, meu norte é outro. Quando o medo do “o que vão dizer” bate, eu me pergunto: “Isso fere minha fé? Jesus se agradaria disso?”. Por que o medo?

5. O foco é no próximo 1%

Para amarrar tudo, eu foco no próximo passo. Quando olhamos para o objetivo final, a distância parece assustadora. Meu lema para 2026 é não olhar para o topo da montanha o tempo todo. O que eu posso fazer agora, nos próximos 15 minutos, que me deixa 1% melhor? Esse foco no pequeno progresso tira o peso da cobrança.



Essas são as cinco diretrizes que escolhi para nortear o meu Caminho Agridoce este ano. Elas não são mandamentos de pedra, mas sim lembretes de que a jornada é feita de pequenos acertos, alguns erros e muita persistência.

E você? Quais são as regras que estão guiando o seu ano? Me conta nos comentários!

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Dani
Escreve sobre desenvolvimento pessoal e produtividade para quem, assim como ela, precisa proteger a energia e respeitar os próprios limites. No Caminho Agridoce, ela compartilha o que aprende enquanto constrói sua própria autonomia, acreditando que o progresso real é feito de pequenos passos e muita autocompaixão.

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